pais e filhos (e a vida pelo meio)

2009 Dezembro 18
por m_a

e ainda

hoje os desenhos são animados (e não são meus)

hoje

2009 Dezembro 17
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por m_a

com o frio que esteve…

2009 Dezembro 17
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por m_a

…custa um bocadito

verde a preto e branco

2009 Dezembro 15

hà pobres e hà ricos. os pobres, por definição consomem menos. por isso poluem menos.
os ricos, por definição consomem mais. poluem mais, portanto.

mas não consigo deixar de pensar no povo norte-americano. os pobres são gordos e a carne vende-se ao preço da uva mijona. os ricos são magros e elegantes e os vegetais custam os olhos da cara, ainda mais se forem orgânicos (là não se diz biologico).

os pobres compram onde podem, nos supermercados mais baratos, os artigos mais baratos.
os ricos podem escolher os locais onde compram e têm um mercado florescente, de gourmet a bio.
um detergente, cosmético, iogurte ou chouriço bio/eco/de agricultura biologica custa muito, muito mais do que os outros produtos. o mesmo se passa com os carros. os hibridos são bem mais caros que os a gasolina. jà para não falar nos electrodomésticos de classe A, que consomem muito menos que os outros.

os pobres vão às lojas dos chineses comprar roupa que foi feita sabe-se là bem como e em que condições, e que implicou uma quantidade gigantesca de combustivel para a trazer de tão longe (jà viram que no supermercado hà alhos que vêm da China?).
os ricos podem comprar local, com assinatura e tudo, tecidos xpto sem quimicos e de algodão orgânico, sustentàvel, o que se queira. mas os ricos deixam uma pegada muito muito superior, sobretudo se viajarem de avião. e hibrido ou não, têm carro e deslocam-se assim.

um destes dias vi um anuncio de um qualquer banco nas traseiras de um autocarro: seja economico. tenha atitude, và para o trabalho de motorista.  e depois a imagem de uma mulher jovem e sofisticada (rica presume-se).
isto da ecologia é muito bonito, mas a titulo individual é dificil fazer alguma diferença efectiva. quem me conhece sabe que desde os 13 que leio o guia do jovem consumidor ecologico ou 50 coisas simples para salvar o planeta e sempre fui perita em dar secas pro-ecologicas a quem se cruza comigo. mas para além de reduzir o tempo do duche e separar o lixo, comprar uns detergentes não agressivos e tentar procurar o algodão orgânico na H&M, sozinha pouco mais posso fazer.

mas quem tem poder de decisão pode. os estados podem. o estado pode. as empresas podem. as pessoas reunidas podem.
é preciso coragem e atitude (aqui sim). investimento sério nos transportes publicos, aposta nos novos combustiveis, exigência de uma ética de produção, etc. mas que os resultados sejam acessiveis e transversais, não apenas para meia duzia de carolas. é neste contexto que a pressão social faz sentido. se o consumidor exigir, as coisas aparecem. mas é preciso esclarecimento e, sobretudo, muita consciência de que não estamos sozinhos e o que fazemos afecta as gerações vindoras.

Oxalà pobres e ricos se ponham de acordo là em Copenhaga. a Terra e a Humanidade agradece.

super blog

2009 Dezembro 14
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por m_a

vou concorrer. super bock super blog awards. categoria criatividade e design (dugh!) :) deixa ver o que isto dà.
desta feita o desenho é um bocado diferente. é que apesar de ser um blog novinho pode ser que conquiste votos!

este blog vai virar Amazon

2009 Dezembro 10
por m_a

hà anos assim, em que a nossa vida fica virada de pantanas. para mim este foi um desses anos. 2009, um ano do caraças.
não vou entrar em pormenores, mas houve mesmo muita coisa que mudou. uma delas foi a minha disponibilidade. antes tinha vida para me encontrar com as pessoas, para estar ao telefone, para ir a jantares. agora nem por isso. agora tenho tempo à noite, quando a cria vai para o seu ninho com bonecos pendurados e musica de corda. a partir desse momento posso pensar e fazer outras coisas, como fazer desenhos para este blog, por exemplo (enquanto as sopas cozem e aguardam a varinha màgica).

parte das minhas relações passam agora por aqui, pela net. por isso achei que este era um bom sitio para partilhar outras coisas que não bonecada e larachas. tenho livros para partilhar, dar, oferecer, o que quiserem. aqui os saldos começam mais cedo :)
não esperem grandes pérolas literàrias (senão so’ oferecia se tivesse em duplicado), mas não envergonham ninguém e são fixes. não ofereço jà a partir de hoje porque quero ainda juntar todos, a lista não està completa.
mas està prometido e o prometido é devido!

twitter

2009 Dezembro 8
por m_a

depois de muita chatice consegui pôr um bonequito no perfil do twitter. é porque nem sempre tenho tempo de fazer desenhos e quem teima em me visitar (obrigada!!!  voltem sempre sempre :))))) nem sempre tem novidades e depois chateia-se de cà vir e ver tudo na mesma. por isso decidi entrar na rede do outro piu piu piu (twitter é piar ou algo do estilo, acho).
o desenho é um bocado a dar para o pretensioso, com uma catwoman com um bebé ao colo, mas que se lixe, com os desenhos podemos ser quem nos apetece ser. uma super-heroina de identidade secreta, super so’ por causa das milhentas coisas que tem de fazer, tipo cozinhar sem gostar e trocar fraldas e pensar em projectos para o trabalho e pô-los em pràtica e pensar em prendas de Natal criativas que sabe-se là bem quando e como podem ser feitas que o tempo escasseia cada vez mais e daqui a pouco é consoada e vai tudo corrido a postais tipo vale de prenda que não deu para nada… também uma super-heroina super-elegante, talvez là pro’ verão, quando largar os chocolates que teimam em vir parar-me às mãos (esforço-me muito por isso)  ;p

enfim, assim sempre vou dando noticias mais regulares, mais tipo sms que so’ nos dão 140 caracteres. espero que seja fixe esta nova interacção. olha, dêem de nossa justiça!

desperate housewife

2009 Dezembro 4
por m_a

queria libertar-me:

  • das lides domésticas (incluindo cozinhar!)
  • das dependências economicas (leia-se poder viver de rendimentos/euromilhões)
  • dos (và là, ainda assim poucos) quilos a mais
  • da preguiça que não me deixa fazer treinos em casa
  • da mà postura
  • das càries e chatices associadas
  • de re/alações presentes e passadas que me impedem de progredir
  • da secura das mãos
  • dos joanetes que insidiosamente se manifestam
  • do peso da opinião alheia
  • da estupidez humana que nos rodeia

isto parece uma lista de boas intenções (mas ao contràrio) para 2010 
( mas seria uma pessoa muito mais feliz se apenas o 1° se cumprisse :)

ps – se os dias esticassem e se não tivesse tanta tralha a resolver cada dia que passa poderia actualizar este blog com maior frequência. não é o caso, sorry :(

assim, sim

2009 Novembro 27
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por m_a

jà estou mais animada…

publicidade

2009 Novembro 25
por m_a

rendi-me.

ao fim de muitas tentativas e experiências, encontrei a máscara dos meus sonhos. é para olhos sensiveis (sim sim) e não faz nenhuma impressão. tem uma escova bestial e faz mesmo crescer as pestanas. é o densifieur respectissime da La Roche Posay. adoptado :)

pesadelo

2009 Novembro 25
por m_a

e o pior é que o serviço não ficou bem feito e tenho de regressar… grrrrrrrrrrrrrrrrrrrr

as 6 categorias

2009 Novembro 22

Gosto dos americanos, da forma simples como falam das coisas complicadas. Dos livros não-sei-o-quê para totós (for dummies no original). São os melhores vendedores do mundo, porque para eles cliente é rei. E o cliente, para comprar, não se pode sentir estúpido, por isso facilitam a vida até todos entenderem a mensagem. E nem o título for dummies é ofensivo. É mesmo para chegar a todos.

Há um psicólogo/terapeuta para casais que supostamente é uma sumidade nos EUA. Chama-se Harville Hendrix e tem um livro bestial traduzido em português chamado Todo o amor do mundo. Aconselho vivamente. É bastante esclarecedor em relação às escolhas que fazemos de companheiros/as e também mostra até que ponto os paizinhos (os nossos ou nós mesmos) têm grandes responsabilidades, mas que cabe ao adulto dar a volta à sua vida.

Mas o que eu gostei mesmo mesmo no livro foi de saber as 6 categorias com que nos balizamos. Uma coisa bem complicada tornada simples. Então há o cérebro novo, o esperto, o racional, o que nos faz sapiens sapiens e nos fez chegar onde chegámos. E há o cérebro velho, um bocado abrutalhado, aqui entre nós. O cérebro velho não faz distinção entre o presente e o passado. Mistura tudo. Tem de ter o outro, o novo, a dizer sempre, não é bem assim, olha que as coisas passam-se de outra forma, etc.  O melhor de tudo, no cérebro velho, é que ele divide as pessoas todas em 6 categorias. Todas organizadinhas em 6 belas prateleiras. Aqui vão (conforme a página 40 da edição portuguesa) as categorias de pessoas que:

  1. devemos nutrir
  2. devemos ser nutridos por
  3. devemos atacar
  4. devemos fugir de
  5. devemos ter sexo com
  6. devemos submeter-nos a

 

Giro, não é?
E dá que pensar (ao novo, que o velho diria que não pensa lá muito, só reage instintivamente). Que belo exercício, quem fica aonde… ;)

rejuvenesci

2009 Novembro 19
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por m_a

ok, posso não ter perdido um monte de anos, mas o meu cérebro anda a pensar em imagens! palavra!
estas novas conecções rejuvenescem-me bem a tola (e as noites mal dormidas fazem exactamente o contràrio, por isso o titulo é desapropriado, mas que se lixe)

aprender a desenhar

2009 Novembro 18

Cada um tem o seu. Hobby. Passatempo. Entretenimento. Escape. Mecanismo de coping, como dizem os especialistas (não é, Inês?).
Escrever, dançar, deitar cartas, fazer zapping no sofá, fazer desporto, comer, beber minis e contar arrotos, passear o(s) cão(es), treinar o papagaio, pintar as unhas, fazer sudoku, ir ao centro comercial passear, fazer ponto-cruz, telefonar aos amigos (ou a desconhecidos) e por aí fora. Eu escolhi desenhar.

Passei onze anos ininterruptos da minha vida escolar com disciplinas vocacionadas para as artes plásticas. Mais uns quantos afastada disto tudo. Apesar disso posso dizer que sou especialista da coisa, não em desenhos (não estou a ser sarcástica, basta ver o post anterior, há gente que é mesmo entendida na matéria), mas em formação na área.
Em onze anos ouvi, vi e li muita coisa. E posso com alguma segurança afirmar que ninguém nos ensina a desenhar. Mas podemos ter boas orientações, muito boas orientações mesmo.

Há a(s) técnica(s), a anatomia, a noção de espaço, a perspectiva, a luz e por aí adiante. E há a nossa imaginação, que costuma ser o grande problema, porque nos limitamos muito mais do que devíamos, sabe-se lá bem porquê.

Posso também afirmar que neste tempo todo só encontrei um manual que vale mesmo a pena. Mesmo mesmo. Mesmo. É um diamante de altíssimo valor que se vende ao preço de pechisbeque. É este manual do Quentin Blake e de um outro tipo chamado John Cassidy.

O Quentin Blake é um herói meu. Muito antes do Tim Burton ter trazido para a ribalta um tal de Charlie que ganhou um bilhete para a fábrica do chocolate, já eu devorava o remédio mágico do George, igualmente do Roald Dahl. Este último senhor é um extraordinário escritor, com um sentido de humor refinadíssimo e com uma imaginação livre livre. E o Quentin Blake trabalhou com ele durante 15 anos, em vários livros, sobretudo para miúdos (os contos para adultos do Dahl são também do melhor que há).

Voltando ao manual, o que esta dupla Blake/Cassidy nos propõe é um método infalível, com garantia de sucesso a 100%. E podem ter a certeza que têm razão. Como qualquer manual que se preze tem exercícios, mas bem diferentes dos enfadonhos livros para desenho tipo fotográfico. Aqui lançam o desafio de desenharmos baldes escondidos pelo nevoeiro londrino, um balde com uma crise de nervos, um balde que tenha pertencido a Luis XIV, um balde que tenha sofrido uma grande queda, etc. É brutal e é tudo o que tenho a dizer.

Acrescento ainda que tanto dá para profissionais como para leigos, para adultos como para crianças. Condição sine qua non – ter uma boa dose de humor (os editores falam dele como um livro para crianças ou para nabos que não sabem com que ponta de um lápis se desenha, mas eu considero-o um must, o que me faz ponderar em qual das duas categorias me encontro…).

O Natal está à porta. Se se lembrarem de alguém que goste de desenhar, ofereçam esta jóia. Sucesso garantido. Vão por mim.

ps – também há esta versão em francês

taaaaaaaaaaaantos!

2009 Novembro 15
por m_a

enapa

andei tanto tempo a dormir na forma… hoje acordei para a vida (e para um inicio de tendinite no ombro).

resmas, paletes, montanhas de gente a fazer coisas lindas de morrer. em blogs e pelo mundo fora. achei por bem abrir mais uma pàgina, esta, a ultima, em cima à direita.

(mas não desistam de me visitar de vez em quando, ok?)

pecados

2009 Novembro 14

antes da Pàscoa hà o Carnaval.

antes de uma dieta, hà isto :)))cote dor

a princesa e as ervilhas

2009 Novembro 13
por m_a

Este é um post sobre o castigo.

Não tenho lembrança de que a princesa tenha castigado quem a fez ficar com nódoas negras, por causa da maldita ervilha. Nada disso. E é melhor avisar já que não é mais um post dedicado a contos de fadas, apesar do título (não é desta que vou desfiar o meu longo repertório, mas sei quem quererá ouvi-lo daqui a uns tempos…).

Na realidade é um post em que falo de uma princesa e de ervilhas. Talvez o melhor seja dividir em duas partes:

Princesa:
Como muito boa gente, educada neste país de tradição católica, carrego comigo muitas culpas. Uns dias mais, outros dias menos. Culpa por não ter dito, por ter dito, por não ter feito, por ter feito, por não ter pensado, por ter pensado e por aí fora,  acho que já ficaram com a ideia.

Aqui há uns dias deixei um comentário no palácio desta princesa. Aliás, dois. Umas larachas e um segundo em que dizia qualquer coisa como oh mas que grande chatice tive de abrir um perfil blogger de propósito só para aqui deixar comentários e se não dava para facilitar mais a coisa e coiso e tal e que era uma seca isto de perfil blogger quando não se tem blog do blogger mas da concorrência. Daí a uns dias volto ao palácio em questão e só estava acessível a quem tivesse a (palavra) chave. Fiquei a matutar se o meu comentário não teria sido um pé-de-cabra enfiado às três pancadas numa porta tão delicada. Aqui para nós acreditei piamente que era um castigo (até onde não vai a minha culpa e uma indissociável presunção de importância). Hoje voltei lá e afinal tem uma tabuleta à porta a dizer que o palácio está fechado e que a princesa se recolheu (há algum conto com uma princesa eremita?). A minha dúvida fica no ar, mas pelo sim pelo não acho que tão cedo não vou deixar mais comentários.

princesa ervilha

Ervilhas:

Andei entretida a fazer sopa para dar à minha criatura voraz. E numa delas despejei um pacote inteiro de ervilhas congeladas, tipo 400 gramas ou assim. Um exagero. Passei o dia a esmerar-me na cozinha, enquanto a cria voava alegremente num jardim qualquer. Chegada a hora do jantar, uma birra de todo o tamanho. Anda lá que já vais comer e abre a boca que vem aí a sopa que a mãe preparou com tanto esmero. E… puxou o vómito, uma porcaria pegada. A outra sopa era de bróculos e não teve mais sucesso. A partir daí começou o chega-para-lá à mãezinha. 24h de castigo, sem tirar nem pôr. Sorrisos e apetite com todos e choradeira para a mãe, cada vez mais confusa (e desesperada). Até que, palavra puxa palavra e mãe da mãe sabe mais do assunto, ouve lá, isso soa a castigo. Falei com jeitinho e dei festinhas e miminhos e já fizemos as pazes. Mas aprendi uma grande lição, as ervilhas podem mesmo fazer nódoas negras.

quando julgamos ter uma criança

2009 Novembro 10
por m_a

polvo

domingo

2009 Novembro 9
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por m_a

domingo

um manual de instruções, s.f.f.

2009 Novembro 7
por m_a

De tempos a tempos lá compro mais um, para a colecção que se vai acumulando na casa de banho. Ainda os tiro para fora, limpo as embalagens, experimento um bocado à noite e digo para mim mesma que no dia seguinte é que é, vou (finalmente) usar um batôn.

Eu não sei se é só comigo, mas dou por mim a não me entender com as ditas barras coloridas.

A Clara Ferreira Alves, num artigo que ela escreveu algures, dizia que nunca lhe faltava um na carteira e que conhecia os seus lábios de cor e que não precisava de espelhos e são-sei-mais-o-quê e que lhe tinham sido muito úteis no Iraque ou no Afeganistão ou não-sei-bem-aonde e que as mulheres dum destes países tinham ficado muito gratas pela oferta do seu batôn e que os tinha de várias cores e não podia viver sem eles e assim.

Eu é que não me oriento. Tenho-os de vários estilos, cores e feitios e não uso quase nenhuns. Regularmente faço reciclagens, ofereço-os todos e só sobram os que acho que vou usar. E depois… depois nada. Depois vou à loja mais próxima namorar outros e penso que um deles fará toda a diferença.

Os glosses ainda vai que não vai, sempre hidratam mais, mas os em barra secam os lábios, não há volta a dar, sobretudo os mates. Depois se são vistosos o que é que uma pessoa faz? Fica com medo de colorir a dentadura em vez da pele! Sorri e sente os lábios a esticar, por isso lá tem de passar a língua, com jeitinho e discrição. Não pode, pura e simplesmente, puxar a beiça para dentro, senão borra. Nem morder. E a beber? E a comer?! A gordura desfaz o batôn, por isso temos de limpar a boca antes de levar o garfo à boca. É isso? É assim que se faz? Mas depois não queremos ter o guardanapo cheio de batôn, é foleiro, por isso tem de ser bem dobradinho para a parte do batôn ficar escondida. Mas há uns persistentes e já não há mais voltas a dar ao guardanapo, já está todo colorido e já nem falo da comida… Depois do almoço fica um resto, quase nada, de um vermelho apagado e feio. Que fazer? Ir à casa de banho mais próxima e colorir mais um bocado? Ou sacar do espelho de bolso e fazer o mesmo às claras, assim, à grande?

Eu não sei como é que a Clara Ferreira Alves faz. Nem a moça dos lust lips que este senhor fotografou em Novembro. Mas que fica bem, fica.

Esperem aí um bocadinho que vou ali experimentar o meu vermelho vivo e já venho…

batôn

ps – obrigada pela dica, R., o Sartorialist é bem fixe!