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o sol numa caixa

Neste pais à beira-mar plantado estar-se bronzeado é uma instituição.

Este foi um ano lula. Pensando melhor foi um ano alforreca. Completamente transparente. Mas pode dar-se a volta.

Hà ja uns tempos que creio dominar a técnica da ilusão. Por muito merdosa que tenha sido a época estival.

Vade retro autobronzeadores. São por definição mal-cheirosos, por mais que a vendedora vos garanta que não e por mais que custem (trust me, fiz a experiência…).

Sou antes adepta dos cremes coloridos e dos pos màgicos. Primeira categoria na versão (para)farmàcias nacionais (caudalie, teint divin) ou na versão internacional (dr hauschka, emulsion teintée), mais caro e com uma composição irrepreensivel. Em bruto ou misturado no creme da manhã. E um bronzing powder por cima. A matar. E não hà sol que escape

ps – é ainda mais eficaz nos paises mais a norte :)bronze

(ok, exagerei um bocadito com Cancun… são as saudades da praia)

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